Visita Remota

Em junho deste ano, a Posiciona lançou o estudo “A classe médica e a visita remota”. Ele analisa os possíveis impactos da visitação remota nesta época de pandemia, onde a indústria farmacêutica teve que agilizar a sua transformação digital.

Segundo o estudo, a demanda da maioria dos profissionais ouvidos diminuiu em até 80% no período nos primeiros meses da quarentena, enquanto apenas 6% relatou aumento nos atendimentos.

Com relação à visita remota, 1/3 dos profissionais ouvidos declarou não ter recebido convite para uma visita remota. 40% dos que receberam o convite e não aceitaram, mas por quê?

55% deles relataram dificuldade na agenda, 18% reclamou de uma abordagem inadequada e o restante relatou atendimento suspenso, pauta irrelevante, entre outros. A maior parte das abordagens ocorreu por Whatsapp (53%), seguido do e-mail (26%).

Podemos perceber uma grande oportunidade para a Visita Remota, mas é fundamental verificarmos qual a maneira mais pertinente de abordar os profissionais. Quais são os argumentos que irão instigar o seu interesse? É essencial conquistar a confiança da classe médica e quebrar paradigmas para que a Visitação Remota se torne uma poderosa ferramenta da indústria.

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