A Dasa, maior companhia de medicina diagnóstica do país, informou por meio de comunicados enviados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) neste domingo que o Conselho de Administração da companhia aprovou em reunião realizada sexta-feira o aumento do capital social da Companhia, por meio de subscrição privada de novas ações.
No mesmo dia, a Dasa havia confirmado ao mercado ter assinado um contrato para comprar o SalomãoZoppi, rede de laboratórios referência em São Paulo.
No comunicado sobre o aumento de capital, a Dasa informa que a operação será realizada mediante a emissão, para subscrição privada, de, no mínimo, 1,1 milhão de ações e, no máximo, 1,122 milhão de novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, ao preço de emissão de R$ 18,94 por ação ordinária.
Assim, a operação vai resultar no aumento de capital, no mínimo, R$ 20,835 milhões e, no máximo, R$ 21,25 milhões do capital social da companhia.
Segundo a empresa, caso o aumento de capital seja integralmente subscrito e integralizado, o capital social da empresa passará de R$ 2,234 bilhões para R$ 2,255 bilhões, dividido em 312,045 milhões de ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal.
A Dasa disse que o aumento de capital poderá ser homologado parcialmente caso sejam subscritas 1,1 milhão de ações, suficientes para assegurar a captação de, pelo menos, R$ 20,836 milhões.
O percentual de diluição para os acionistas que não subscreverem nenhuma ação durante o período para exercício de direito de preferência do aumento de capital será de, no mínimo, 0,3526%, caso a operação seja parcialmente homologado com a subscrição de ações equivalentes à subscrição mínima, até 0,3596%, caso o aumento de capital seja integralmente subscrito.
O preço de emissão das ações a serem emitidas no aumento de capital, de R$ 18,94 por ação, foi fixado com base no artigo 170, parágrafo 1º, III, da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada (“Lei das Sociedades por Ações”), disse a empresa.
fonte: Valor Econômico
